O SPFC voltou a ser GRANDE!
Saudações tricolores!
Alma lavada! É muito bom ganhar um clássico jogando bem. Entre erros e acertos, Leão conseguiu assistir a melhor partida do SPFC sob seu comando. Assistiu! Na verdade mais tentou contribuir para o insucesso, que para ser decisivo e vitorioso. Repetir seus erros diante de uma vitória tão maiúscula, soaria ser leviano. Mas o Leão cada vez mais evidencia seu principal problema de instabilidade emocional. Ele pensa e age mal em momentos de pressão e dependendo do elenco, essa intabilidade entra em campo e atrapalha o grupo. Isso acaba sendo o principal fator para a má performance em clássicos e partidas decisivas.
Porém hoje vimos um SPFC diferente. A vitória de hoje começou nas declarações pós jogo da última quarta. Ao pedir que o Santos fosse a campo com seu time titular, Luís Fabiano invocou um sentimento tricolor esquecido. O Soberano não se lembrava de como é ser grande. Luís Fabiano foi gigante antes e durante a partida. Ele sim sabe ser decisivo e equilibrado. Jadson, Cícero, Casemiro, Denilson e Cortez, entenderam o recado e buscaram a coletividade com o padrão de jogo que tanto esperamos. Botaram sentimento em cada jogada. Conseguiram ser mais agudos, incisivos e porque não, mais espirituosos que o talvez, melhor meio campo do Brasil. O espírito vitorioso contagiou o menino Rodrigo Caio, que mesmo não sendo brilhante, foi efetivo e não comprometeu na marcação do mimado Neymar. Dênis, apesar da vacilada no gol do Dracena, mostrou que o Leão se equivocou em exigir outro goleiro. Ele precisa de mais confiança, e a mesma tem que vir de seu ídolo, Rogério.
Lucas a jóia tricolor, jogou como se fosse aquilo que mais abomina ser, o líder do time. Lucas sempre bem fisicamente, e com a cabeça boa, pode fazer uma dupla histórica com LF9. A zaga destoa do restante do grupo. Rhodolfo ainda carece de um companheiro mais seguro. O rebatedor idealizado por Leão não funciona, nem com Paulo Miranda, nem com Édson Silva. Nenhum deles consegue ser o que o André Dias era para o Lugano. Aparentemente o time está mais "cascudo" , com mais pegada e vontade de vencer.
Esse é um outro olhar sobre o SPFC.
O grupo parece estar mais unido, o que a meu ver, é o alicerce para se construir um time vencedor. O limitado e ultrapasso Leão se não consegue imprimir um padrão, se não consegue ser um estrategista, se não consegue segurar seu ego, podia ao menos não atrapalhar. Deixar de dar recados via imprensa, seria um progresso que a boleirada agradeceria. Um grupo fechado detesta a interferência de terceiros, e agindo dessa forma, Leão se afasta do grupo e permite q sua liderança seja contestada a cada dia. 18/03/12, creio ter visto outro grande time nascendo, ou pelo menos o dia que o SPFC voltou a ser GRANDE.
Coluna do Alexandre / Twitter: @trihexale
Alma lavada! É muito bom ganhar um clássico jogando bem. Entre erros e acertos, Leão conseguiu assistir a melhor partida do SPFC sob seu comando. Assistiu! Na verdade mais tentou contribuir para o insucesso, que para ser decisivo e vitorioso. Repetir seus erros diante de uma vitória tão maiúscula, soaria ser leviano. Mas o Leão cada vez mais evidencia seu principal problema de instabilidade emocional. Ele pensa e age mal em momentos de pressão e dependendo do elenco, essa intabilidade entra em campo e atrapalha o grupo. Isso acaba sendo o principal fator para a má performance em clássicos e partidas decisivas.
Porém hoje vimos um SPFC diferente. A vitória de hoje começou nas declarações pós jogo da última quarta. Ao pedir que o Santos fosse a campo com seu time titular, Luís Fabiano invocou um sentimento tricolor esquecido. O Soberano não se lembrava de como é ser grande. Luís Fabiano foi gigante antes e durante a partida. Ele sim sabe ser decisivo e equilibrado. Jadson, Cícero, Casemiro, Denilson e Cortez, entenderam o recado e buscaram a coletividade com o padrão de jogo que tanto esperamos. Botaram sentimento em cada jogada. Conseguiram ser mais agudos, incisivos e porque não, mais espirituosos que o talvez, melhor meio campo do Brasil. O espírito vitorioso contagiou o menino Rodrigo Caio, que mesmo não sendo brilhante, foi efetivo e não comprometeu na marcação do mimado Neymar. Dênis, apesar da vacilada no gol do Dracena, mostrou que o Leão se equivocou em exigir outro goleiro. Ele precisa de mais confiança, e a mesma tem que vir de seu ídolo, Rogério.
Lucas a jóia tricolor, jogou como se fosse aquilo que mais abomina ser, o líder do time. Lucas sempre bem fisicamente, e com a cabeça boa, pode fazer uma dupla histórica com LF9. A zaga destoa do restante do grupo. Rhodolfo ainda carece de um companheiro mais seguro. O rebatedor idealizado por Leão não funciona, nem com Paulo Miranda, nem com Édson Silva. Nenhum deles consegue ser o que o André Dias era para o Lugano. Aparentemente o time está mais "cascudo" , com mais pegada e vontade de vencer.
Esse é um outro olhar sobre o SPFC.
O grupo parece estar mais unido, o que a meu ver, é o alicerce para se construir um time vencedor. O limitado e ultrapasso Leão se não consegue imprimir um padrão, se não consegue ser um estrategista, se não consegue segurar seu ego, podia ao menos não atrapalhar. Deixar de dar recados via imprensa, seria um progresso que a boleirada agradeceria. Um grupo fechado detesta a interferência de terceiros, e agindo dessa forma, Leão se afasta do grupo e permite q sua liderança seja contestada a cada dia. 18/03/12, creio ter visto outro grande time nascendo, ou pelo menos o dia que o SPFC voltou a ser GRANDE.
Coluna do Alexandre / Twitter: @trihexale

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